domingo, 8 de janeiro de 2017

Fernando Guerreiro, Fundação Gregório de Mattos e Políticas Culturais

Em entrevista exclusiva para o Desde, gestor fala sobre carreira, cultura baiana e os planos da fundação que preside para 2017
Fernando Guerreiro na sua sala na Fundação Gregório de Mattos: "Essa segunda gestão tende a perpetuar o que deu certo e tentar uma assinatura maior". Foto: Raulino Júnior
Por Raulino Júnior

O blog Desde que eu me entendo por gente completou seis anos em atividade no dia 1º de janeiro de 2017. Para comemorar a caminhada até aqui, publicaremos uma série de entrevistas com pessoas que fazem Salvador acontecer. Homens e mulheres que dão a sua contribuição para a nossa cultura. O primeiro da fila é Fernando Guerreiro. Além de produtor e diretor de teatro bastante renomado, Fernando é radialista e atual presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), órgão, vinculado à prefeitura de Salvador, que fomenta a cultura no âmbito municipal.

Fernando Guerreiro abre as comemorações pelos seis anos do Desde. Imagem: reprodução do vídeo

Prestes a completar 40 anos de carreira, nesta entrevista exclusiva que concedeu para o Sem Edicão, conteúdo audiovisual do Desde, Guerreiro falou sobre os planos para comemorar todos esses anos de trajetória no fazer artístico da cidade, fez uma análise contundente do teatro soteropolitano, refletiu sobre a experiência de dirigir o Arerê Geral (programa de auditório veiculado pela TV Bahia, em 2001), opinou sobre a Axé Music e sobre a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), pontuou a falta de diálogo entre a FGM e a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), falou sobre a ausência de crítica no cenário cultural e sobre os planos da FGM para 2017: "A primeira temporada foi de reorganizar. Agora, a gente fez uma grande reestruturação da equipe para começar a criar. Eu diria que essa segunda gestão tende a perpetuar o que deu certo e tentar uma assinatura maior. A gente tem que continuar a invadir a cidade com apoio, porque Salvador é muito mais do que Brotas e Centro; e Pituba e Rio Vermelho. Vamos continuar com a política de tombamentos, dando ênfase à educação patrimonial. O selo literário continua, os editais devem ser remodelados e o Viva Cultura vai atender ao mercado profissional". 

Assista, no vídeo abaixo, à íntegra da entrevista com Fernando Guerreiro, no Sem Edicão:


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